07/04/2014 11:08 - Preço do frete em MT cai 20% em um mês

Passado pico da colheita, tarifa é de R$ 190 aproximadamenteCom o fim da colheita da soja, a procura por caminhões diminuiu. Segundo Aprosoja, preço atual ainda pesa no bolso dos agricultores.O custo do transporte de grãos caiu em Mato Grosso. Com o fim da colheita da soja, a procura por caminhões diminuiu e o valor do frete teve uma boa redução.Caminhões carregados de soja cruzam a todo momento as rodovias de Mato Grosso e o escoamento da safra está mais barato no início deste mês. O custo para transportar uma tonelada do grão de Rondonópolis, no sul do estado, para Paranaguá, no Paraná, por exemplo, é de aproximadamente R$ 190, cerca de 20% menos do que o valor cobrado há 30 dias.A queda está diretamente relacionada com o fim da colheita das lavouras de soja e a explicação é simples. Como a maior parte dos grãos já foi retirada do campo e levada para os armazéns, a demanda por caminhões ficou menor.A redução era prevista, segundo o diretor de uma transportadora, Nicolau Bissoni , que tem 180 caminhões.O ritmo mais lento da venda da soja, a contratação antecipada do frete por muitos agricultores e o aumento da frota de algumas transportadoras também influenciaram, mas de acordo com a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), apesar da desvalorização, o preço atual ainda pesa no bolso dos agricultores. “Quem paga o frete é o produtor. Para as transportadoras pode estar mais barato, mas para a gente, o valor do frete hoje ainda encarece bastante”, diz Sérgio Mattei, delegado da Aprosoja. O valor do frete deve sofrer nova alta na época da colheita do algodão e do milho safrinha, previstas para junho.FONTE: G1

07/04/2014 11:06 - Trecho da BR-153 vai a leilo em maio

Governo retoma com a concesso de parte da Belm-BrasliaAps ajustes, o governo vai leiloar, em 23 de maio, a concesso da BR-153, tambm conhecida como Belm-Braslia, no trecho que vai de Anpolis (GO) at Aliana do Tocantins (TO), nas proximidades de Gurupi. Para tornar o negcio atraente, o governo reduziu a extenso a ser concedida em 189 km. Isso teve como consequncia uma queda da ordem de 35% nos investimentos a serem feitos pelo concessionrio, que tem obrigao de duplicar a rodovia num prazo de cinco anos.As regras do leilo foram divulgadas ontem pela Agncia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A tarifa mxima foi fixada em R$ 9,22 para cada 100 km e esto previstas nove praas de pedgio.Desde o ano passado, o governo vem preparando os leiles para conseguir o maior nmero possvel de participantes e, assim, obter um bom desgio. Nas ofertas realizadas no ano passado, os descontos sobre a tarifa mxima ultrapassaram os 50%. Os investimentos previstos para duplicar todo o trecho, de 624,8 km, esto estimados em R$ 4,31 bilhes. Originalmente, quando a inteno era conceder um trecho mais longo, 814 km ligando Anpolis a Palmas (TO), a previso de investimentos era da ordem de R$ 6,5 bilhes. A tarifa-teto, porm, no era muito diferente: R$ 9,85 para cada 100 km.FONTE: ESTADO DE S.PAULO

02/04/2014 12:19 - BR-163/MS sob a gestão da iniciativa privada

CCR MSVia será responsável pela operação por 30 anosA CCR MSVia – Concessionária de Rodovia Sul-Mato-Grossense S.A, pertencente ao Grupo CCR, assumiu, no último mês de março, a gestão da BR-163/MS. A concessão da rodovia foi oficializada no dia 12 do mês passado, em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília. O Grupo CCR assegurou a concessão da rodovia em dezembro de 2013, em leilão realizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A companhia ofereceu a menor tarifa básica de pedágio, no valor de R$ 4,38 a cada cem quilômetros rodados, deságio de 52,74%.Toda a operação de infraestrutura e o serviço de recuperação, conservação, manutenção, implantação de melhorias e duplicação da rodovia serão de responsabilidade da CCR MSVia por 30 anos. Nos cinco primeiros anos, estão previstos investimentos de R$ 3,4 bilhões para a realização de obras que contemplem a duplicação completa da rodovia, além de implantação e operação dos serviços de operação. A cobrança de tarifa terá início em até 18 meses após a assinatura do contrato, (outubro de 2015), desde que executados 80,6 quilômetros de duplicação (10% do total previsto), realizados os trabalhos iniciais e aprovado um programa de redução de acidentes.Segundo o presidente da empresa, Maurício Negrão, este mês de abril já marca o início das obras e serviços emergenciais de recuperação da rodovia. “Serão várias frentes de trabalho ao longo de toda a BR-163/MS, que conduzirão os chamados trabalhos iniciais, que envolvem obras e serviços para dar condições emergenciais de fluidez e segurança ao tráfego”, diz.Entre as melhorias, haverá ações de correção de desnível, reparos localizados e recomposição emergencial do pavimento, recomposição de faixas e placas de sinalização, reparos e recuperação de viadutos e pontes, limpeza e desobstrução de sistemas de drenagem. “Os serviços no pavimento deverão provocar transtorno para os motoristas em vários momentos, tendo em vista que não há como fazer os serviços sem interferir no tráfego”, lamenta. Segundo ele, a concessionária buscará minimizar ao máximo as interferências, inclusive implantando sinalização para orientar e informar os usuários.FONTE: TECNOLOGISTICA